Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 29/06/2023

De acordo com o artigo 6º da Constituição Federal de 1988, todo cidadão possui direito à saúde, educação, segurança e lazer. A Partir dessa máxima contextualiza-se a problemática de negligenciar os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil. Sendo assim, é necessário analisar as consequências da evasão escolar pela falta de condições financeiras para comprar itens de higiene menstrual e o risco de adquirir infecções.

Primeiramente, a evasão escolar devido a falta de absorventes em casa é bastante presente no cotidiano. Com isso, na obra ‘‘Utopia’’, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que milhares de mulheres faltam à escola pela falta de condições financeiras para comprar absorventes. Com isso, as meninas não conseguem sair de caso por sentirem constantes dores nestes períodos além de não possuírem recursos básicos.

Ademais, problemas com infecções ocorrem constantemente. Em vista disso, com a falta de atenção para a saúde da mulher, muitas delas não possuem acesso a essas informações básicas para poderem se cuidar. Além do mais, com essa desinformação milhares de adultos e jovens adquirem doenças, como exemplo, parametrite e celulite pélvica, por consequência da má higiene menstrual. Logo, tais fatores precisam de uma resolução.

Dessa forma, de acordo com os argumentos supracitados, são necessárias medidas para combater os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil. Portanto o Governo Federal, órgão de maior importância nacional, junto com o ministério da saúde, deve realizar por meio de projetos em escolas e faculdades, disponibilizarem absorventes menstruais, além de outros itens, a fim de ajudarem as mulheres que não possuem condições monetária. Outrossim, deve-se fazer campanhas nas redes sociais (facebook, instagram), para conscientizar a população sobre a importância de cuidar da saúde da mulher. Desse modo será possível assegurar os direitos da Constituição.