Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 29/09/2023

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do pais, prevê no artigo sexto, o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se observa os problemas no combate à pobreza menstrual no Brasil, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro, como a ausência do compartilhamento de informações sobre a distribuição dos absorventes.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de interesse governamental em divulgar o modo de acesso aos absorventes que são distribuidos aos cidadãos com baixa renda. Deste modo, é notório que as pessoas que necessitam de tal apoio e não conseguem a devida atenção por conta da desinformaçã são prejudicados, tanto nos estudos dos adolescentes, qaunto ao trabalho de mulheres adultas. De acordo com o G1, jovens entre 12 e 15 afirmam já ter faltado as aulas por conta da falta de absorventes , 32% das cidadãs possuem baixa renda familiar, agravando ainda mais esse fator.

Ademais, a falta de incentivo em relação a educação menstrual é preocuopante, isto é, da mesma forma que é relatado a educação no filme “O menino que descobriu o vento” que se passa nas regiões africanas, é relatado em diversas pesquisas a desinformação em locais mais pobres, onde a economia está diretamente ligada a educação. De acordo com o site do Mais Escolas, a taxa de desinformação é maior nas regiões nordestinas, onde adolescentes não possuem o devido apoio do governo. Logo, é inadimissível que esse cenário continue a perdurar.

Portanto, para combater à pobreza menstrual no Brasil é necessário que o Ministério da Saúde e Educação, realize divulgações, palestras e cartazes envolvendo a distribuição dos absorventes nas esolas, postos de saúde e prefeituras, afi, de diminuir a taxa de faltas em escolaas e o desconforto das brasileiras. Assim, será possível a construção de uma sociedade mais saudavél e segura.