Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 22/08/2024
Na animação “Moriarty: o Patriota”, é retratada uma crítica à sociedade de classes, em que as mazelas sociais são consequências do comportamento da população. De maneira análoga, tal conjuntura é retratada no país ao se analisar os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil, o qual é um problema resultante do descaso populacional diante do tema. Desse modo, constata-se um impasse motivado não só pela ignorância dos cidadãos, mas também pela irrelevância das mídias em retratar pautas importantes para o país.
Em primeira instância, a má formação educacional é um agravante das dificuldades para inclusão educacional de pessoas com deficiência visual no país. Nesse sentido, segundo o pedagogo Paulo Freire, “quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor”. Nessa ocasião, a premissa sobredita se aplica ao cenário brasileiro, pois parte da população, devido ao ensino lacunar, age com descaso e ignorância com a falta de recursos suficientes para uma boa saúde menstrual na sociedade, o que ocasiona desigualdade social e expande os riscos de doenças e infecções nas pessoas mais vulneráveis. Dessa forma, em decorrência de uma falha dos educandos, a problemática perdura no corpo social.
Ademais, a mídia é mais um fator que agrava as dificuldades na erradicação da pobreza social no Brasil. Sob essa perspectiva, conforme o sociólogo Pierre Bourdieu, as instituições cujo dever é promover a democracia não devem se converter em instrumento de violência simbólica. Nesse contexto, a mídia, a qual tem o papel de disseminar o conhecimento, ao invés de orientar a população no tocante às dificuldades de erradicação da pobreza menstrual no país, faz é alienar a sociedade mediante conteúdos empobrecidos, os quais não abordam a importância de uma qualidade menstrual adequada no corpo social. Diante disso, o setor midiático tem interferência direta na manutenção do problema.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas capazes de minimizar os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil. Logo, cabe ao Governo Federal - órgão responsável pelo bem - estar populacional - em parceria com as escolas, promover maiores informações