Os desafios para a preservação de patrimônios históricos e culturais no Brasil
Enviada em 30/10/2024
De acordo com a Constituição Brasileira de 1988 é dever da União, dos Estados e da sociedade proteger os patrimônios históricos e culturais. Todavia, no Brasil atos de vandalismos, criminalidade e falta de investimento do Governo prejudicam os bens. A partir disso, cabe analisar os desafios para combater o descaso do governo e a degradação do patrimônio.
Nesse viés, a falta de educação patrimônial e de recursos financeiros acarretam prejuízos para os monumentos. Isso acontece, porque o governo investe pouco na divulgação, no acesso e na manutenção desses lugares. Dessa forma, os brasileros preferem conhecer igrejas, museos e outros no exterior do que no país. Para Nelson Rodriguês, escritor, a sociedade brasileira sofre do complexo vira-lata, inferioridade diante do exterior, pois acreditam que os monumentos de outras nações são melhores. Logo, a sociedade desconheci e os governantes aproveitam da pouco procura para investir menos nos patrimônios históricos e culturais.
Ademais, os patrimônios são alvo da criminalidade e do vandalismo no cotidiano. Isso ocorre, pois os bandidos não encontram dificuldades para furtar, roubar ou degradar os monumentos. Além disso encontra quem compre seus furtos. Dessa forma, a sociedade tem perdas irreparáveis, prova disso foi o furto de escultura do Parque de Escultura Brennand, localizado no Marco Zero na cidade do Recife, que teve suas obras de arte furtadas por bandidos . Por isso, é essencial o cuidado com os bens.
Portanto, é importante preservar e investir na educação patrimônial. Para isso, o Governo deve investir na melhoria e divulgação desse lugares. Essa ação pode ser realizada por meio de campanhas educativas, nas escolas, durante as aulas de história, geografia e artes, visto que fomentam o conhecimento da história e cultura e a visitação. Isso, poderá ser feito a fim que os espaços ganhem visibilidade, reconhecimento e mais incentivos públicos ou público privado. Afinal, não devemos manter o complexo vira-lata, mas valorizar e conhecer o patrimônio brasileiro.