Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 10/02/2021

Na pré- história no período paleolítico as pessoas usavam o sangue para fazer pinturas rupestres,nas cavernas, praticavam como uma forma de expressão, retratando seus pensamentos, conhecimentos adquiridos, etc. No Brasil contemporâneo, a forma de expressar possições e sentimentos, muito utilizada na atualidade é o grafite, em que muitos praticam ilegalmente, como pinchando orgãos públicos sem autorização do Governo e propiedades privadas sem permição. Causando dificuldades para a valorização da arte urbana no Brasil e prejuizos aos propietarios do imóvel.

Nesse sentido, na Ditadura Militar tinha o poder da censura, impossibilitando a livre expressão intelectual, artistica e política, sendo cada vez mais melhorada o poder de expressão, criando leis para a defesa das ideias da população, como o artigo 5º da Constituição Federal que presava a liberação do grafite na comunidade, desde que foram feitas em locais permitidos, porém com as pessoas que  quebraram o “contrato” com a juridição, terá que ser punido, por práticas imorais.

Além disso, no Antigo Egito a classe rica fazia desenhos nos seus túmulos e nas paredes das cameras"secretas", eram feitas para quando renascesse soubesse de toda a sua história, pois eles acreditavam em vida após a morte, o motivo em que eles eram mumificados (preservar o corpo em quanto estava na “morte”). Desde daquela época as pessoas já faziam pinturas, desenhos e escritas para algum motivo definido.

Logo, o Ministério da Cultura deveria disponibilizar mais paredes livres para a prática das artes urbanas, por meio do projeto levado a Câmera, para que a população apresie mais, e não tenha preconceito a essa de praticar a expressão. Com a finalidade de quebrar o tabu sobre a arte urbana, diminuindo a dificuldade valorização do grafite no Brasil.