Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 25/02/2021
Durante o século XIX, o holandês Van Gogh tinha suas expressões artísticas desprestigiadas pela a sociedade virgente. No atual tablado histórico, uma parcela significativa de artistas urbanos, assim como o pintor pós-impressionista, sofre com obstáculos para a valorização de seus movimentos culturais. Nessa conjuntura, é preciso analisar a discriminação social, bem como a supressão de investimentos da esfera pública como desafios para prestigiar a arte em espaços públicos no Brasil.
De início, as dificuldades para a engrandecer a arte urbana no Brasil são frutos, geralmente, dos preconceitos sociais. Essa realidade acontece devido à falta de conhecimento dos diferentes repertórios artíscos urbanos no país. Isso porque a população brasileira tem discriminação contra movimentos que não se encaixam nos padrões criados pelo pensamento coletivo. Tal panorama é verificado em reportagens do portal G1, as quais apresentam que um quantitativo expresivo de cidadãos enquadra o grafite urbano e a pinchação de muros com atitudes de vandalismo. Dessa maneira, a rejeição da sociedade é um dos obstáculos para a valorização da arte urbana nacional, posto que esse atividade coloca as margens do reconhecimento as expressões em locais públicos no território nacional. Pontanto, é preciso erradicar da metalidade dos brasileiros esse conceito de arte marginalizada.
Paralale a isso, a supressão de investimentos de órgãos governamentais é outro pilar que dificulta a valorização da arte urbana no Brasil. Essa situação ocorre devido à falta de auxilios para os artístas de rua que dependem dos seus movimentos para sobreviver. Isso se explica a partir dos beneficios que alguns desses indivíduos recebem mal custeiam suas necessidades básicas mensais, visto que essas pessoas precisam desenvolver outras fontes de renda. Tal prespectiva é comprovada em denúcias do site UOL, as quais apresentam depoimentos de músicos, pintores e escultores de rua da região metropolitana de Salvador que se queixam da falta de insentivo do Estado para conseguirem concretizar suas obras. Logo, as dificuldades finânceiras são uns desafio para a valorização dessa corrente cultural no território nacional.
Portanto, diante dos desafios para prestigiar a arte urbana no Brasil é preciso medidas para resolver tal problemática. Para isso, a mídia precisa criar campanhas de conscientização social, por meio de projetos de engajementos culturais, em que artístas de rua apresentem seus repertórios para a sociedade, a fim de erradicar a discriminação contra esse movimento urbano. Outrossim, o Ministério da Cultura, órgão responsável pela produção artístaca do país, deve ampliar os recursos para o setor de arte urbana, a partir de auxilios mais condizentes com a realidade nacional, para que esse movimento seja concretizado no território brasileiro.