Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 28/02/2021
Assim como no filme “Ela dança, eu danço”, dirigido pela estadunidense Anne Fletcher, onde é exposto várias representações da arte urbana, tanto como danças quanto como pinturas ou até mesmo esculturas de lataria, a modernidade também apresenta vários destes tipos de manifestações nos grandes centros da urbanização. Porém, as pessoas que possuem tal meio de expressão no seu cotidiano, muitas vezes, acabam ignorando e achando inútil este meio de comunicação diversas vezes utilizado.
Primeiramente, vale lembrar que a definição de arte é a habilidade dirigida para a execução de uma atividade teórica, que, por sua vez, foi necessária, desde a época das pinturas rupestres até a modernidade, como uma forma de demonstração, de expressões e ideias, fazendo assim com que as pessoas de todas as épocas pudessem se comunicar, apresentar inovações ou até mesmo críticas políticas e ideológicas. Com isso, a arte urbana, que nada mais é do que qualquer tipo de manifestação artística como grafites, pinturas e intervenções nos espaços urbanos, se encaixa neste mesmo conceito de passar adiante, nestes determinados espaços, informações, comunicações, ideias e pensamentos.
Em seguida, também é importante ser lembrado que, apesar de o cientista, inventor e artista Leonardo da Vince ter dito: “A arte diz o indizível, exprime o inexprimível e traduz o intraduzível”, não é exatamente assim que a sociedade brasileira se sente quanto a arte, sendo assim, os profissionais que se encaixam na lista de menores salários com exceção de artistas famosos, que estão em minoria quanto aos demais.
Logo, se faz necessário que o Ministério da Cultura juntamente com o Ministério da família, introduza principalmente em escolas e na educação dentro de casa a valorização da arte e a ideia de que arte urbana, ou arte de rua, também é um meio artístico de expressão, fazendo com que a realidade das manifestações, assim como a do filme citado anteriormente, sejam aceitas.