Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 24/02/2021
A valorização da arte urbana no Brasil tem de vir, primeiramente, do povo brasileiro, visto que, uma parte do mesmo enxerga tal estilo arte como o comun termo de: “Pixação”.
A “pixação” é comulmente negligenciada pela população vivente do local. Parte dessas grafitagens são usadas para demosntrar alguma crìtica social ou pólitica, com a utilização do grafite como “pincel”, porém de uma maneira marginal, ou seja, sem o consenso do proprietário do local, visto que, os muros e paredes são a “tela em branco” daqueles que praticam esse ato.
Existe um estilo de arte que, apesar de muito parecido com a pixação, se diferencia dela no que se refere as suas intenções: “A Arte Urbana”. Enquanto a pixação deseja degradar a beleza da cidade com suas “artes” ou frases mal escritas, a arte urbana tem um ar mais nobre.
A arte urbana visa embelezar a visão de nossa cidade, trazendo consigo uma exuberante paleta cores e um estilo único de expressão artistica. Também fazendo a utilização do grafite, a arte urbana, ao contrario da pixação, traz para nós e para os nossos turistas uma arte únicamente singela e diferente.
Pórem, nem tudo são flores. Uma parte da população brasileira acredita que a pixação e a arte urbana são tudo farinha do mesmo saco. Eles acreditam que não há nenhuma diferença entre fazer arte nos muros e pixa-los. Esses pensamentos são matidos pelo simples argumento de: “Ambos usam grafite; Ambos usam os muros. Logo, ambos são ruins”
De toda forma, em 2009 o Brasil aprovou uma leia que diz que: “Com o conssetimento do proprietário, a arte de rua não será criminalizada”. Isso significa que, desde que o dono da prorpiedade conceda a permissão, o artista irá se isentar de qualquer indício de uma invasão do espaço particular.