Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 28/02/2021
Por volta dos séculos XII ao IX na Grécia antiga, movimentos artistícos nas ruas já eram praticados. Cidadãos gregos costumavam sair em praças públicas para realizar apresentações musicais,teatrais e até com punho filosóficos. Na atualidade tais manifestos denomina-se como arte urbana e sofre um processo de não valorização no Brasil que se dá pelas dificuldades que os patriotas possuem em adaptação a novas ideologias, como também raízes históricas que os ligam com a marginalização.
Em primeiro viés, assim como mães de primeira viagem a comunidade brasileira custuma não saber como reagir a novas propostas de movimentos artistícos o que traz a rápida rejeição para novas perspectivas, prova disso temos a artista plástica Anita Malfatti que quando tentou implantar uma arte moderna e realista no pré modernismo com o quadro " A Boba " foi estremamente rejeitada por cidadãos com Monteiro Lobato. Esse comportamento foi adquirido no decorre da história do país devido a todos os roubos de identidade cultural que o mesmo já sofrido.
Como segundo plano as artes urbana começaram a ganhar força na década de 70 nos EUA, neste mesmo período foi trazido ao Brasil que enfrentava a Ditadura Militar. Com isso essas manifestações tomaram punho para confrontos políticos, já que por sua vez tem como proposta muitas vezes críticas sociais, políticas e ideológicas. Desta forma esses movimentos passaram a ser considerados marginalizados pelo poder aquisitivo da época, o que torna até hoje eles visto por maior parte da população como criminoso, mesmo existindo leis que provam o contrário.
Por fim é notório que a não valorização da artes urbana no Brasil pode resultar em atraso da cultura e educação brasileira, pois é claro que sem a semana moderna em 1922 o país seria uma narção que retrograda enquanto outras continuam olhando para o que está a frente. Diante disso é mister que o governo responsável promova ações culturais que ofereça acesso direto dos cidadões com manifestações com esse punho, para que assim a sociedade se construa de forma estável e melhor.