Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 09/03/2021
O grafite, estátuas vivas, cartazes ‘’lambe-lambe’’ e apresentações de rua são exemplos da arte urbana e que podem ser encontradas e vários lugares do país. Entretanto, ela recebe um grande ataque de preconceito por certa parte da população por ser uma arte marginal, técnica realizada por artistas de rua e grafiteiros. Como também, por ser confundida com o ato de vandalismo e pichação.
Para começar, o grafite surgiu no império Romano e é caracterizado pela produção de desenhos feitos em lugares públicos, como muros e prédios com a autorização para o engenho. Todavia, algumas pessoas não gostam da arte dos grafites pelo fato de confundí-los com o vandalismo, que é o ato de destruir ou danificar uma propriedade alheia de forma intencional, e com a pichação, que se resume em escrever ou rabiscar em ruas, monumentos e muros sem uma autorização de uma autoridade para tal ação.
Ademais, por ser confundido com a depredação e com o esfuminho, muitas pessoas gostariam que o grafite fosse considerado crime. Porém, em março de 2009 o governo brasileiro aprovou a lei 706/07 que descriminaliza e legaliza a arte de rua, feito pelo aprazimento dos propietários de muros e fachadas grafitadas. Isso acaba facilitanto muito mais a valorização da arte urbana.
Logo, para que haja a valorização da arte urbana no Brasil é necessário que, tenha um entendimento por parte da população de que, os grafites são uma arte, e que eles trasmitem mensagens e críticas sobre a questões que a nossa sociedade levanta. Em resumo, o orgão do governo, responsável pela preservação da arte, deve promover um evento, onde será explicada toda a história do grafite e porque ele é considerado uma arte, com exemplos das obras e seus artistas. Assim, a arte de rua no Brasil terá o seu devido respeito.