Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 11/03/2021

Hodiernamente no país, milhões de reais são investidos para  revitalizar e proteger monumentos vandalizados por pixadores. No Bairro da Lapa, um santuário ao malandro Zé pilintra, foi vandalizado por pichadores intolerantes, causando um enorme gasto para com sua revitalização.

“Santuário de Seu Zé Pilintra” é um local de perigrinação aos umbandistas e candomblecistas, que prestavam suas homenagens e ofenrendas a entidade. O altar foi decorado por artistas de rua, contendo as cores da malandragem e vários desenhos representendo a história do santo.

A lei de número 5202/20, inclui a pichação de monumentos públicos como crime de danos, com penalização de multas ou prisão. Tal ato, revela a falta de valorização da cultura de rua e também a intolerancia religiosa no Brasil.

O decreto estadual de número 17.157, pune qualquer tipo de ato de preconceito religioso. A aversão religiosa, também pode ser considerada como deságio da cultura urbana, pois as baianas vendedoras de acarajé, sentem no bolso o descrédito de pessoas inflexíveis a cultura do candomblé.   As priticas das religiões afro, são erudições de caráter urbano, pois existem desfiles, como o carnaval, que valorizam, e até mesmo cultua as religiões afro.

É de suma importância, que o parlamento, invista na arte urbana, mostrando seu valor em nossa cultura, dissemnando o aprendizado para as pessoas. Sobre esse viés, ten-se de declarar a regulamentação de vigilância e proteçaõ de monumentos públicos, para que a arte de rua, nao seja mais confundida com vandalização ou seja descriminada.