Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 25/03/2021
Valorização da arte urbana no Brasil
Os grafiteiros em geral querem expressar ideias por meio de imagens ou palavras ligadas em algum tema escolhido, essa arte urbana são verdadeiras galerias a céu aberto. Portanto essa forma de arte muitas vezes é confundida com a pichação, sendo que muitas pessoas apenas gostam de observar o trabalho final, sem interesse no assunto. Dessa forma, iniciativas privadas devem ser tomadas, para que haja uma valorização da arte urbana.
Em 2014, a Datafolha fez uma pesquisa sobre as pessoas já haviam presenciado alguém praticando algum tipo de arte urbana, como resultado, setenta e dois por cento dessas pessoas responderam que sim, mas não tinham participado e além disso trinta e oito por cento gostavam apenas de observar o trabalho final, com um minoria de interessados pelo assunto. Por consequência, esse desinteresse traz ideias confusas em relação a arte urbana com a pichação, mas vale destacar que as semelhanças entre o grafite e a pichação está apenas no usa da cidade como plataforma, a utilização da tinta spray, sua origem e as formas alternativas de expressão; Já suas diferenças estão na descriminalização, na linguagem, nos objetivos e no incentivos de instituições.
Portanto, o grafite não deve ser confundido com a pichação, pois ele traz a toda população acesso da arte com novas dimensões, essa arte de rua transforma lugares, trazendo muitas vezes vida ao lugar. Isso pode ser realizado através de criação de projetos públicos ou através do apoio de ongs culturais que estabelecem um projeto de arte urbana associada com encontros de dança e música. Bem como o apoio e divulgação da arte urbana pelas instituições representativas da cultura, como museus, pinacotecas e galerias. Além da divulgação do dia vinte e sete de março, dia do grafite, só assim haverá a valorização da arte urbana no Brasil.