Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 25/03/2021

A arte urbana tornou-se uma das principais expressões artísticas da contemporaneidade. Contudo, os limites impostos para determinadas manifestações artísticas, como à pichação, por meio da criminalização causam uma desarmonia social, fortalecendo assim um sentimento de revolta daqueles que a praticam e também o preconceito da sociedade com os movimentos artísticos em geral.

Primeiro, pode-se ser destacado no caso das pichações, como já citado, que de acordo com a lei, as mesmas fazem parte dos crimes contra a organização social urbana, patrimônio cultural e meio ambiente. No entanto, tornar crime o ato de pichar intensifica mais a vontade dos idealizadores em que muitos fazem para demonstrar suas insatisfações acerca das injustiças vividas por aqueles que se encontram marginalizados socialmente. Fazendo então, com que a sua desaprovação do governo estimule seu desejo de expressão. Sendo obrigatório adotar medidas para diminuir o problema.

Também deve-se destacar que, como consequência do desconhecimento de grande parte da população sobre a arte urbana, o preconceito social impede a valorização de vários movimentos artísticos como mesmo a pichação e o grafite em território nacional. No entanto, essa tal discriminação já foi superada em diversos países, tendo em vista o prestígio mundial que levam. No grafite mesmo tempos diversos exemplos de artes com grafite com a dos irmãos brasileiros, conhecidos como “Os Gêmeos” que adquiriram fama internacional e estão expostos em países da Europa, América e também Ásia. Sendo assim, é indispensável a procura de medidas para amenizar o preconceito.

Contudo, diversas medidas são necessárias para acabar com os problemas em questão. Com isso, vale citar o Ministério da educação crie projetos escolares que visem popularizar a arte urbana nacional, com o intuito de apresentar as diversas manifestações desse movimento, por realização de palestras, apresentações artísticas, produções cinematográficas e da disponibilização de espaços dentro ou fora das escolas, para que os alunos possam aprender a produzir tal arte, com o propósito de superar os limites impostos pelo preconceito, acabando assim, com a desarmonia social.