Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 13/04/2021
Na Europa, durante o início do século xx, aconteceu o rompimento das ligações dos conceitos gerais na estrutura da arte como uma padronização única que intenciona as visões relativas da perspectiva do artista ao seu modo de expressão. Naturalmente, a continuidade dos avanços artísticos, incentivaram importantes inovações no desenvolvimento da cultura no Brasil, como vem sendo demonstrado pela arte urbana, no entanto, a persistência de preconceitos pelo meio social é ,também, a falta de disponibilidade de recursos financeiros desmotivam ou impossibilitam que esse tipo atividade seja reconhecida e praticada no ambiente social.
A princípio, segundo, Agnes Heller, " crer em preconceitos é cômodo, porque nos protege do conflito e confirma nossas ações anteriores". Sob essa análise, a concepção de preconceito existente entre a população demarca a unificação das expressões nas atividades intelectuais e artística no meio contemporâneo, logo, repercutindo a iniciativa de censuras e a desvalorização da liberdade na demonstração deste trabalho por grupos que passaram a discriminar esse valores, pois para eles esse modo de exposição é considerado como uma depredação dos espaços urbanos ou algo relativo a criminalidade, além disso, esse mesma materialização de pensamento restabelece imposições rígidas de períodos anteriores que limitavam o livre arbítrio do artista na igualdade nos seus direitos.
Ademais, a arte urbana tournou-se uma das maiores representantes populares que revelam melhor a realidade brasileira desde os momentos da ditadura militar conforme dito pelo artista plástico Aluisio Marinho. Em suma, esse ofício, ainda é muito desvalorizado no mercado de trabalho que dispõe de uma grande escassez de disponibilidade de recursos financeiros pelos setores culturais que investem uma pequena parte no seu desenvolvimento é isso, posterga o seu progresso no campo artístico como observado na biografia do pintor Vincent Van Gogh, que realizou grandes representatividade de inovações por meio de suas obras, mas que ficaram em esquecimento por um longo tempo.
Portanto, é necessário a implementação de medidas que estimulem o aumento no emprego de serviços da arte urbana no país. Para isso, o Ministério da Economia, em conjunto aos órgãos públicos Municipais e Estaduais, devem direcionar o investimentos na elaboração de legislações que forneçam verbas aos setores culturais, destinados ao emprego e na acessibilidade de equipamento ao artista para confecção e no enaltecimento de suas obras nos locais permitidos das cidades com objetivo de estabelecer o reconhecimento e a liberdade de expressão desse exercício na sociedade.