Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 08/04/2021
No desenrolar da obra cinematográfica “Cidade Cinza”, é retratada a política de “limpeza urbana” que cobria de cinza os grafites feitos por artistas na cidade de São Paulo. Analogamente, a obra não diverge da contemporaneidade, tendo em vista que os artistas de arte urbana no Brasil não gazam, primordialmente, de valorização. Nesse sentido, diante os desafios para o reconhecimento da sociedade da arte urbana é necessário uma intervenção governamental em concórdia com a etica utilitarista
A princípio, cabe avaliar a ausência de ações efetivas que estimulem políticas públicas a valorizarem a arte urbana é um dos fatores que contribuem com a permanência da depreciação artística social perante as obras, uma vez que a resistência dos indivíduos contribui para a segregação cultural. Isso demonstra uma quebra do Contrato Social, proposto por Thomas Hobbes, o qual afirma que, em virtude do instinto perverso do Homem, o Estado deve proteger e assegurar os direitos de todos os cidadãos. Entretanto, o atual contexto mostra-se distante dessa realidade, pois no Brasil apresenta-se a negligencia do governo em reconhecer as manifestações como arte que é característico de violência institucional ao excluir grupos minoritários. Configurando, destarte, não somente uma incompatibilidade com a ideologia de Hobbes, como, da mesma forma, com a Constituição Federal de 1988 a qual certifica a todos os cidadãos o direito ao trabalho, entretetanto, em contrapartida, não está sendo assegurado, em virtude da escassez de oportunidades para o artista urbanista que muitas vezes não encontrar espaço para sua arte que não é bem vista.
Ademais, convém ressaltar a negativa discriminação da sociedade existente contra diversidades de manifestações artísticas. Nessa conjuntura, a “ética utilitarista”, proposta pelo filósofo John Stuart Mill, entende que uma ação só é positiva quando traz a felicidade da maioria dos impactados por ela. Logo, a intolerância enfrentada pelas comunidades, devido ao preconceito pelas pessoas não unificadas aos grupos ligados a expressão, a exemplo do funk, não é ética, uma vez que ao os considerarem artistas de perifería não dão suporte, essa atitude contribui para o aumento de impasses na profissão dos individuos que buscam disseminar suas obras. Logo, hipóteses lastimáveis como essas não devem ocorrer, porque impedem que a igualdade e respeito entre as culturas existam.
Destarte, cabe a Secretaria de Cultura deve se inconformar-se com a invisibilidade da cultura no Brasil, bem como engajarem-se no ato de criar oficina de pintura de forma mais relevante no ambiente escolar a fim de desenvolver a criatividade e criticidade nos alunos. De tal maneira, premiando-os com passeios em teatros. Por fim, cabe à sociedade, por meio da redes sociais, incentivar o trabalho de artistas brasileiros, sobretudo os que têm menos reconhecimento, com o fito de promovê-los. atenuar preconceitos. tendo em conta que maioria das vezes é acompanhado por doenças como bulimias, anorexias como também usa de remédios sem prescrições.Por conseguinte, cabe a Secretaria de Cultura em conjunto com o Ministério da Educação deve ser inconformado se com a invisibilidade da cultura no Brasil, bem como engajarem-se no ato de criar oficina de teatro, dança e pintura de forma mais relevante no ambiente escolar a fim de desenvolver a criatividade e criticidade nos alunos. De tal maneira, premiando-os com passeios em museus, parques arqueológicos e teatros. Por fim, cabe à sociedade, por meio da redes sociais, incentivo ao trabalho de artistas brasileiros, sobretudo os que têm menos reconhecimento, com o fito de promovê-los e atenuar preconceitos. anorexias como também usa de remédios sem prescrições. Por conseguinte, cabe a Secretaria de Cultura em conjunto com o Ministério da Educação deve ser inconformado se com a invisibilidade da cultura no Brasil, bem como engajarem-se no ato de criar oficina de teatro, dança e pintura de forma mais relevante no ambiente escolar a fim de desenvolver a criatividade e criticidade nos alunos. De tal maneira, premiando-os com passeios em museus, parques arqueológicos e teatros. Por fim, cabe à sociedade, por meio da redes sociais, incentivo ao trabalho de artistas brasileiros, sobretudo os que têm menos reconhecimento, com o fito de promovê-los e atenuar preconceitos. anorexias como também usa de remédios sem prescrições. Por conseguinte, cabe a Secretaria de Cultura em conjunto com o Ministério da Educação deve ser inconformado se com a invisibilidade da cultura no Brasil, bem como engajarem-se no ato de criar oficina de teatro, dança e pintura de forma mais relevante no ambiente escolar a fim de desenvolver a criatividade e criticidade nos alunos. De tal maneira, premiando-os com passeios em museus, parques arqueológicos e teatros. Por fim, cabe à sociedade, por meio da redes sociais, incentivo ao trabalho de artistas brasileiros, sobretudo os que têm menos reconhecimento, com o fito de promovê-los e atenuar preconceitos. bem como engajarem-se no ato de criar oficina de teatro, dança e pintura de forma mais relevante no ambiente escolar a fim de desenvolver a criatividade e criticidade nos alunos. De tal maneira, premiando-os com passeios em museus, parques arqueológicos e teatros. Por fim, cabe à sociedade, por meio da redes sociais, incentivo ao trabalho de artistas brasileiros, sobretudo os que têm menos reconhecimento, com o fito de promovê-los e atenuar preconceitos. bem como engajarem-se no ato de criar oficina de teatro, dança e pintura de forma mais relevante no ambiente escolar a fim de desenvolver a criatividade e criticidade nos alunos. De tal maneira, premiando-os com passeios em museus, parques arqueológicos e teatros. Por fim, cabe à sociedade, por meio da redes sociais, incentivo ao trabalho de artistas brasileiros, sobretudo os que têm menos reconhecimento, com o fito de promovê-los e atenuar preconceitos.