Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 17/05/2021
Consoante ao ano de 1922, na semana da Arte Moderna no Brasil, ocorreu uma manisfestação de artististas, que tinham por intuito romper com o eurocentrismo cultural. Contudo, ainda no século XXI, é um desafio a valorização da arte de rua, ou seja, a arte local é vista por muitos com inferioridade. Diante disso, deve-se analisar a falta de incentivo governamental, no sentido de escassez econômico e de valorização dos artistas nacionais e a ausência de propagandas midiáticos, a fim de exaltar a arte urbana contemporânea.
Primeiramente, a falta de incentivo governamental, no sentido de escassez econômico e de valorização dos artistas nacionais é um problema no país. Isso decorre do modelo político atual, de acordo com o site G1, no governo vigente ocorreu o maior corte de verbas destinados a projetos culturais e artísticos. Diante dessa infomação, é evidente a exclusão do artista da arte urbana, pois além do governo não valorizar esse trabalho, por outro lado, parte da população discrimina essa forma de representação nas cidades. Portanto, a fim de sanar com esse proconceito conceitual, é preciso abrangir as campanhas do Governo que valorizem essa forma de intervenção urbana artística no Brasil.
Em segundo lugar, nota-se, ainda, que a ausência de propagandas midiáticas, a fim de exaltar a arte urbana contemporânea também é uma problemática. Isso porque, a arte urbana está conectada ao um viés crítico, ou seja, retrata os conflitos sociais do dia a dia, por meio da pintura caracterizada de prédios e muros. Nessa lógica, muitas das vezes essa forma de expressão que estimula o racionalismo social, desagrada políticos que contribuem para a crescente desigualdade econômica, afetiva e racial. Nesse parâmetro, consequentemente, ocorre o corte de verbas, a censura e a hostilização desses artistas de rua. Logo, é fundamental que a mídia exalte essa arte brasileira, no intuito de garantir a liberdade de expressão dos cidadãos, conforme o direito constitucional de 1988.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para reverter esse impasse no tecido social contemporâneo. Por isso, o Estado deve, coforme a Constituição Cidadã, empregar recursos financeiros para garantir a existência da cultura do país, indiferente do pocisionamento político, por intermédio da destinação de verbas, recolhidas pelos importos, a exemplo do IPTU, a fim de garantir o sustento desse trabalhador e a continuação da representatividade da arte urbana. Além disso, a mídia deve agir em consiliação com o Governo, na medida que utilize do seu grande potencial de alcance social, para exaltar o grafite, a pichação e o street art no segmento brasileiro.