Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 28/04/2021
A habilidade de fazer arte foi dada ao homem com intuito de poder mostrar o quão longe a sua capacidade de se expressar e gerar reflexões pode chegar. Por isso a arte urbana pode ser considerada uma manifestação artística passa do ponto. Visto que, muitas vezes essa arte na verdade não apresenta conteúdo útil e acarreta a perturbação de várias normas e leis do indivíduo e propriedade.
Primeiramente, o uso de grafites para expressar diversas ideias na cidade pode infringir diversas regras como rabiscar e escrever em monumentos históricos e propriedades públicas ou privadas sem o consentimento do proprietário ou do órgão responsável. Além disso, algumas da pichações quando são feitas sem o material adequado, podem causar danos ao meio ambiente na qual esta inserido, sendo classificada como crime ambiental para quem não apresenta licença. Por isso, esses erros e irresponsabilidades de uma parte dos artistas ou apenas vandalos são culpados por criar essa falsa imagem em relação à arte urbana.
Posteriormente, o grafite muitas vezes é criticada pelo fato de conter provocações políticas e conteúdos considerados tabus. Com isso, órgãos públicos e pessoas que intervêm diretamente sobre propriedades públicas e privadas censuram arbitrariamente essas manifestações artísticas. Porém, como é visto no documentário Pixo, esse tipo de censura apenas atrasa o processo de evolução dessa arte e mancha a dignidade dos artistas envolvidos na obra, causando até mesmo a pena de prisão ou multas para alguns. Esses atos mostram que as pessoas precisam amdurecer sua opinião para poder entender a mensagem que passa.
A fim de solucionar essas barreiras, o Governo federal em parceria com o Ministério da Cultura poderia entregar os materiais adequados e instruir os artistas á grafitar no lugar certo e do modo certo sem infringir nenhuma lei. Ademais, a adoção de medidas mais rígidas de fiscalização do governo em detrimento de algumas artes que possam ser censuradas sem motivo plausível, protegendo a manifestação artística.