Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Segundo o poeta Iain S. Thomas “Arte é nome que damos aos sentimentos que tornamos publicos”, todavia essa consepção não é aceita por muitos quando se trata da arte urbana. Os estigmas relacionados a essa problematica envolvem majoritariamente questões sobre a origem dos artistas.

O grafite, a pichação e os murais são a forma da minoria marginalizada de marcar presença, trazendo luz a problemáticas sociais, em especiais as presentes na periferia. Contudo apesar da sua relevância ela chega a ser repudiada. Isso porque herda o preconceito do suburbio consigo, desvalorizando suas manifestações artistícas a mesma medida e à sua população. Em 2017 o prefeito de São Paulo com o projeto " Cidade linda" ,independente de não haver sido concluído, apagou diverços exemplos da arte urbana, inclusive o até então maior mural da América Latina. Tais política públicas reforçam as barreiras de exclusão prexistentes aos grupos mais pobres e a morte simbolica dessas produções são apenas reflexos das agreções direcionadas à comunidade. Essas expressões carregam a voz da rua, apaga-las cala a cidade.

A arte urbana é relolucionaria e tem forte teor histórico. Cada uma delas busca capturar através dos olhos do autor as questões sociais, portando é uma grande fonte cultural. Por isso o Ministério da cidadania em aliança com as prefeituras pode criar espaços exclusivos para a contrução e prática desses trabalhos. Ademais conjuntamente com o da educação  também se supõe incluir na grade de artes não apenas o estudo dos renomados artistas estrajeiros e suas criações, mas também aos feitos de rua e qual menssagem pretendem passar em relação ao momento e o lugar em que foi feita. Gera-se assim inclusão aos criadores com suas criações expostas, e reconhecimento e indentidade, ao estudante que apreciara obras que refletem seu ambiente.