Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 02/06/2021

Como cita o filósofo Voltaire: “O preconceito é opinião sem conhecimento”. Tal frase pode ser exemplificada em diversos setores da sociedade, dentre eles a arte. Nos ultimos anos, vêm sendo cada vez mais discutido a valorização da mesma, principalmente em uma área: a urbana.

Em primeira instância, convém indicar que o Brasil é um pais que  apesar de multicultural, possue diversos preconceitos enraizados. Dessa maneira, muitas coisas são desvalorizadas em razão de paradgimas estabelecidos em época anteriores, como o grafite, por exemplo,  que muitas vezes é reduzido a pichação ou até mesmo vandalismo, contribuindo para a desvalorização de tal expressão artistica. Citando caso análogo, há a famosa “mare cinza” realizada pelo entao prefeito de Sao Paulo, João Doroa que cobriu com tinta cinza, a cor característica da cidade, pichações e grafites e declarou guerra aos artistas, caracterizando tal intolerância demonstrada.

Em segundo plano, cabe também abordar a poluição visual e  teor crítico característico de tais artes, fatores que pode auxiliar na perpetuação de tais preconceitos. Banksy, exemplificando, é  considerado um dos mais revolucionários artistas de rua da atualidade, com obras marcadas por sua subjetividade e críticas sociais profundas.

Assim, dessa maneira, medidas são necessárias a fim de erradicar tais problemas. Cabe ao governo federal , por meio de políticas públicas, a difusão de conhecimento sobre as artes no geral, evitando a desinformação e resultando numa sociedade mais culta e como  consequência, o grafite mais valorizado.