Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 25/07/2021
A partir do século XIV, houve uma quebra de monopólio das artes no mundo, o renascimento com a entrada na idade média aflora o gênio humano, e passa a refletir as diversas expressões artísticas na sociedade. Assim a valorização das artes urbanas passam a ganhar enfoque, entretanto, advindo à notoriedade, desafios como a falta de acesso da arte com à população e quebra do paradigma, arte associada ao luxo, prejudicam sua imagem.
O acesso a arte, desde os primórdios no Brasil, ficaram restritos à uma pequena parcela da população, dificultando a propagação do modo de se expressar das mais diversas formas. Às raízes do desafio encontram-se no período colonial, na qual Don João VI, viaja até sua colônia e começa um processo de modernização, construindo a primeira academia de Belas Artes no Brasil, limitando o acesso somente a pessoas da nobreza ou com um alto padrão social à época.
Por conseguinte, à visão de arte associada ao luxo vem sendo difundida ao longo dos séculos da humanidade, fazendo com que uma parte mais necessitada da população não usufrua desse modo de agir e expressar imbuído à arte urbana. À visão estigmatizada foi perpétua por longos períodos, sendo um exemplo de poder entre reis absolutistas na idade moderna, uma doutrinação com a população por parte da igreja na idade média e um símbolo de uma hierarquia social na idade antiga.
Contudo as barreiras como à falta de acesso da população e a quebra do paradigma de arte associada ao luxo, não irão romper-se sem ajuda governamental, na qual à necessidade de incentivo nas artes urbanas, pelo qual o estado, por meio de amparo aos artistas irá financiar obras, afim de facilitar e conscientizar a população acerca da importância da arte urbana, pois de acordo com George Santavana, filósofo e poeta espanhol, “aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-los”.