Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 28/07/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil, que evidencia empecilhos na construção da urbanografia. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre a falta de incentivos governamentais na arte urbana, bem como da ausência de discurções no ambito escolar que provoca o preconceitos desse tipo de arte no Brasil.
Convém ressaltar, a princípio, que os baixos incentivos governamentais na arte urbana configura-se um desafio para sua valorização no Brasil. À luz dessa questão, é coerente citar a pesquisa realizada pelo jornal G1, no qual expõe que em menos de dez porcentos das cidades brasileiras tem algum tipo de arte urbana nos locais públicos. Diante desse cenário, tal realidade comprova a falta de incentivos nas construções dessas artes, na qual por sua vez, esse tipo de cultura vem encontrando-se enormes barreiras, seja ela pela falta de institutos de apredisagem dessa cultura bem como da ausência de recursos financeiro para tais artes urbanas no Brasil.
Outrossim, a falta de discurssões sobre arte urbana nas escolas brasileira contribui para o problema em foco. Nessa perspectiva, essa realidade é comprovada por estudos realizados pela Universidade de São Paulo (USP), no qual aponta que os estudantes brasileiros tem em média três porcento de suas cargas horárias voltada a arte duante sua profissionalização. Dessa forma, esse real cenário deixa claro os baixos incentivos escolares para formação de pensamentos que engrandeça a cultura, além disso, tal cituação gera indivíduos sem o real entendimento da necessidade ao acesso a tais benefícios e acabam contribuindo com o preconceito com a arte urbana.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais para tal óbice. Sabendo disso, urge que o Ministério da Cidadania crie, por meio de verbas governamentais programas financeiros que subsidie projetos de arte urbana nas cidades brasileira, com intuito que esse tipo de arte venha se tornar mais acessível aos cidadãos. Cabe, também, ao Ministerio de Educação (MEC), criar matérias complementares nas redes de ensino do país, que busquem a incesão de conteúdos culturais, com aprendizagem das culturas e o incentivo a pintura, com intuito que os estudante tenham mais acesso a tais ferramentas e possam admirar a arte urbana. Feito isso, cenário como exposto pelo jornal G1, não será mais uma realidade no meio social brasileiro.