Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 01/08/2021

Nas ruas movimentadas de São Paulo, se olharmos para o lado podemos ver uma arte colorida, talvez meio cartunista e com uma crítica social muito nítida. Essas artes que podemos encontrar nas colunas das ruas ou em túneis ou até nos prédios, se denomina como grafite. Que nada mais é uma manifestação artistica com sentido crítico, vinda dos EUA em 1970 e está co-relacionada aos movimentos de hip hop.

Porém para aqueles que não sabem ou não entendem pode ser confundida com a pichação que é uma forma ilegal, ou seja, crime. Ele tem como ato de escrever ou rabiscar muros, fachadas, asfalto ou monumentos históricos. Considerada como agressiva, predatória e que contribui para a degradação da paisagem, podendo levar de seis meses a um ano de detenção e multa.

Contudo, por mais que o grafite seja uma forma de vida comum, legalizada e criativa nos dias atuais, os grafiteiros “writter” sofrem muito preconceito e por muitos são considerados como vandalos. Demonstrando o quão a sociedade é desprovida de conhecimento e nem ao menos buscam saber mais sobre o assunto.

E de certo modo se torna irônico o que muitas pessoas falam, pois muitas delas que possuem esse preconceito falam e ‘‘brigam’’ por respeito e igualdade. Sendo que ao invés de pesquisarem e apreciarem essas artes que embelezam as ruas cinzas e frias das cidades, ficam critícando quem ás faz.

Dito isso, o governo com o Ministério da Educação implantassem medidas educacionais referente a educação cultural por meio de palestras com ajuda dos professores de arte, para que com isso a ignorância e preconceito não se torne frenquente. E o governo pode implementar concusos de artes nas cidades com o intuito de ajudar os artistas que são necessitados ou que não tem o talento reconhecido a se tornarem grandes artistas.