Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 02/08/2021
Um dos movimentos artísticos mais conhecidos na atualidade é o grafite. Nesse viés, esse é usado para criticar sistemas de governos e qualidade de vida nas cidades brasileiras. Todavia, apesar de bem feito esse movimento plástico ainda sofre muito preconceito sofrendo grandes desafios para a valorização do mesmo. Consequentemente, é necessário entender mais sobre a arte urbana e seus poucos incentivos na modernidade.
Desse modo, é de urgência a analise do contexto dessa arte plástica. Movimentos artísticos como esse surgiram durante a época da primeira Revolução Industrial, criticando a produção em massa e modo de política, entre os mais famosos se encontra o Dadaísmo. Nos contextos atuais, o Grafite procura representar a realidade brasileira por meio de arte, trazendo rostos, representações reais. Entretanto, se torna um desafio a partir do momento que tal representações não agradam públicos de elite e donos de de empresas, tais acreditam que essa forma de arte nada mais é como “lixo” ou riscos na parede, consequentemente desvalorizando e desincetivando artistas locais.
Nesses conformes, devido o ponto de vista dos privilegiados, tais artistas sofrem o desafio de receberem constantes críticas e poucos incentivos por parte do governo. Segundo Monja Coen, as qualidades das pessoas são como arte, diante disso, apesar do pouco apoio de autoridades locais os donos das artes contam com apoio da mídia e a seus seguidores nas redes socias, sustentando sua arte a partir de doações e compartilhamentos. Destaca-se então, a força da massa popular nas artes de rua e representações da cultura da cidade.
Destaca-se, portanto, a urgência da valorização da arte urbana no Brasil. Diante desse contexto, cabe ao Ministério da Cidania em conjunto com o Ministério da Cultura a criação de um fundo monetário dividido igualmente entre os artistas locais, por meio de impostos. Visando, assim, valorização do patrimônio nacional e cultural brasileiro.