Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 19/11/2021
O filósofo Niestzche, argumenta, em uma de suas obras, que a arte existe para impedir que a realidade nos destrua. Nesse viés, a produção artística, vem contribuindo significativamente como um modo de ver o mundo. A arte urbana, porém, muito presente no Brasil, e produzida, em suma, por minorias, se encontra desvalorizada, o que tange à valorização de produções elitistas e uma negligência quanto a realidade das ditas minorias.
É evidente que o fato de que esste tip de arte é produzido por minorias dentro de um pais elitista, impacta na desvalorização. Dessa forma, o passado histórico brasileiro explicita a falta de interesse na população em formas de produzir arte que não se atenham a eurocentra e normas pre estabelecidas, como acontefeu com a cultura dos escraviados dejtro do contexto do período colonial, contribuindo para um preconceito em relação à mesma, que acaba sendo vista como bagunça.
Assim, são criados prejuízos a valorização desse tipo específico de arte, inviizibilizando, mais uma ves, uma parcela da população que já se encontra à margem da sociedade. Nesse viés, a falta de contato com essa produção artística diminui a chance dos indivíduos de terem contato com diversas realidades e visões de mundo. Ademais, contribui para a continuidade de uma arte elitista e exclusiva, que não configura a realidade da maioria dos brasileiros.
Entende-se, portanto, a necessidade da resolução dessa problemática. O Ministério da Educação deve promover palestras com professores de artes, em escolas por todo o Brasil, explicitando a importância e a história desse tipo de arte, além da contribuição para a formação de uma identidade mais brasileira, gerando, desse modo, um maior contato da juventude com a mesma, além de uma necessária conscientização.