Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 25/08/2022

Em 1516, Thomas Moore publicara uma obra chamada “Utopia”, one é descrita uma sociedade perfeita, em que os sujeitos sociais são padronizados sem conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade atual é contrário ao que prega o autor, pois há obstáculos ao desafio do valor artístico das cidades do país, o que dificulta a implementação do plano de Moore. Nesse caso, percebe-se a consolidação de um problema por negligência do governo e falta de embasamento educacional.

Note-se que, inicialmente, a ruptura do Estado exacerbou o impasse. Nessa perspectiva, a Constituição de 1988 estabeleceu direitos iguais e bem-estar social para todos. A legislação tornou-se incoerente, porém, uma vez que o estado tomou pouca ação para remover barreiras à importância da arte nas cidades brasileiras, o que gerou adversidades. Perante o exposto, esta situação deve-se à falta de espaços públicos para expressão artística devido à falta de investimento financeiro para os artistas se manifestarem nas ruas quando não há necessidade.

Assim, medidas precisam ser tomadas para mudar este impasse. Por isso, o Ministério da Educação – órgão responsável pela educação pública no país – deve promover palestras e eventos sobre artes urbanas por meio de parcerias público-privadas – como redes sociais e televisão – para desenvolver uma sociedade mais igualitária. Outrossim, o poder executivo deve usar recursos governamentais para espaços artísticos. Logo, o coletivo realizará o plano de Thomas Moore.