Os desafios para democratizar o acesso à cultura
Enviada em 24/10/2018
O sociólogo Émile Durkheim, afirmava que o fato social era o grande influenciador do determinismo. Desse modo, o acesso à cultura desempenha papel imprtantíssimo no contexto da inclusão social, porque apenas 4,2% dos brasileiro visitam museus e centros culturais, segundo a IPEA. Isto posto, é avidente que, no Brasil esse aspecto positivo é minimizado por preços altos e escassez de espaços públicos físicos difusores de cultura, fatos que dificultam a realização dessa atividade no país.
De acordo com o filósofo Aristóteles " Todos os homens tem, por natureza, o desejo de conhecer “. Portanto, associando-se ao tema supracitado percebe-se que o brasileiro tem a vontade inerente de participar de peças teatrais, ir à museus, apreciar obras de arte. Entretanto, os altos preços cobrados são um empecilho, haja vista, que metade da população sobrevive com apenas um salário mínimo, segundo o PNAD.
Por conseguinte, a falta de espaços físicos destinados a atividades culturais é um fator preponderante para a inacessibilidade à cultura. De fato, era maioria das cidades do interior, é muito difícil encontrar livros, salas de cinemas estruturadas ou assitir peças teatrais, como apontam dados de IBGE, cujo números indicam ausência de livrarias, salas de filmes em mais de 70% das cidades brasileiras.
Em suma, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Destarte, cabe ao Ministério da Educação e cultura à ampliação de investimentos nessa área, subsídio para a redução dos preços dos materiais culturais e manutenção das estruturas físicas e humanas, por meio de leis que regulamentam essas ações e treinamentos para os docentes. Outrossim, a média - televisão e rádio -, devem promover uma construção de uma unicidade lógica favorável ao interesse cultural, por intermédio de campanha e comerciais, a fim de mais cidadãos obterem acesso à cultura no páis.