Os desafios para democratizar o acesso à cultura
Enviada em 07/11/2019
Sabe-se que na antiga Mesopotâmia, contemporaneamente vista como o Iraque, houve a destruição dos Zigurates, locais que serviam de morada para sacerdotes e de auxílio no desenvolvimento da tecnologia na antiguidade, por intermédio dos frequentes conflitos experienciados em análoga localidade, o que colocou fim aos acervos culturais mais soberanos do país. Desse modo, o território brasileiro iguala-se de forma congruente a tal anuência, visto que as instituições de grande teor cultural apresentam forte precariedade devido à corrupção realizada pelos estadistas e, portanto, podem ser extintas em um futuro próximo.
Em princípio, é cógnito que a pintura “O Grito”, de Edvard Munch, é o fiel retrato do descaso político com a sociedade, em virtude de que o quadro evidencia uma imagem distorcida em quase sua totalidade, incluindo o indivíduo em desespero ao centro, menos na parte em que se encontram duas pessoas caminhando. Sob esse prisma, o autor da obra quis demonstrar a ausência de interesse e empatia dos seres humanos com o que ocorre na existência dos demais, ignorando-os integralmente. Posto isso, perfaz-se que os cidadãos carecem ser comparados ao indivíduo melancólico ao centro e os governantes com as duas pessoas caminhando, uma vez que a inexistência de afetuosidade dos regentes para com a população torna a corrupção algo de caráter fácil e de sem qualquer remorso, fatores os quais exilam as instituições sociais e culturais em uma inexorável irrelevância.
Diante do exposto, é inequívoco que tamanha corrupção generalizada traz consequências que afetam de modo negativo as entidades culturais físicas, já que inúmeras transparecem deveras insuficiência econômica, abandonando, assim, o acervo com infraestrutura abalável, falta de ar climatizado, banheiros em bom estado e assentos adequados, os quais inibem os seres humanos, principalmente os deficientes corpóreos, de apreciarem congênere localidade. Destarte, torna-se explícito que a ida a semelhantes institutos transforma-se em uma experiência desagradável para uma grande parcela dos indivíduos.
Em suma, é indubitável que os desafios do acesso à cultura advém da corrupção. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever do Supremo Tribunal Federal, junto com a Polícia Federal, colocar um ponto final à corrupção, por meio de investigações severas com todos os políticos, com o intuito de que os desonestos sejam rigidamente punidos e substituídos por outros devidamente comprometidos com o bem-estar da população e que destinem o capital necessário para as instituições sociais e culturais para que melhorias sejam efetuadas. Dessa forma, obter conhecimento por intervenção da cultura dos povos será algo incontestavelmente prazeroso.