Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil
Enviada em 22/07/2022
A formação da pólis ateniense é devido à excessiva arte política que é a técnica da retórica. Nessa perspectiva, no Brasil, uma linguagem consolidada é essencial para a alfabetização dos idosos e assim formar uma consciência libertadora a estes sujeitos. Portanto, essa problemática é causada pela ineficiência estatal e pela falta de visibilidade do tema em sociedade.
Nesse sentido, as consequências da morosidade do Estado no presente dos idosos brasileiros são as limitações no exercicio de sua cidadania e do seu atributo moral. Dessa forma, segundo o Estatuto do Idoso, na qual é positivado em lei que o ancião tem direito a educação e cultura, com isso o analfabetismo entre sujeitos de terceira idade devem ser mitigados. Porém, a realidade expressa a pouca liberdade e qualidade de vida de anciões analfabetos com problemas de saúde por causa da dificuldade na comunicação, como por exemplo na bula dos remédios e no meio digital informacional.
Outrossim, a invisibilidade do tema na discursão pública contribui para a persistencia dos desafios relacionado à alfabetização do idoso no Brasil. Desse modo, o sociólogo alemão Jüguen Habermas conceitua o Agir Comunicativo como um instrumento essencial, por meio da linguagem, para trasnformar a sociedade e chegar a um determinado fim. Em síntese, cada individuo idoso tem sua trajetória de vida, muitos tiveram uma infância pobre, na zona rural, ao passo que distante dos estudos estavam trabalhando no campo, ajudando sua família, de modo que se faz necessário um debate das causas desse analfabetismo e sua mitigação.
Destarte, o Ministério da Educação deve criar uma pasta para o fornecimento de verba e ficalização de instituições de ensino de idosos, como também com atendimento psicológico, por meio de prédios físicos nos municipios e nas metropoles, com a finalidade de prezar pela qualidade de vida do ancião. Em paralelo, o meio universitário deve produzir livros, de experiêcias e dramas pessoais dos brasileiros que buscaram a alfabetização depois dos 60 anos, através do meio editorial da universidade, a fim de criar uma atmosfera de importância e debate público nas rádios, programas televisivos, e nas redes socias.