Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil

Enviada em 28/07/2022

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito a educação como inerente a todos cidadãos brasileiros. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, com ênfase quando é observado os desafios relacionados a alfabetização dos idosos no Brasil, dificultanto deste modo, a universalização desse direito tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperioso analisar as causas e consequências do quadro citado.

Em uma primeira análise, resalta-se a ausência de medidas governamentais para combater as dificuldades da escolarização de pessoas idosas. Nesse sentido, há uma exclusão dessa parcela em relação ao conhecimento, causando sim preconceitos sociais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a alfabetização de idosos, o que infelizmente é evidente no páis.

Ademais, tais ações perpetuam com uma visão escolarizada que se tem da educação, como se o direito ao conhecimento fosse invidual para crianças e adolescentes. Segundo é perceptível no cotidiano quando pessoas mais jovens recusam-se a ensinar idosos, pois os acham incapazes de aprender. Diante de tal exposto, avista-se que nem todos cidadãos são testemunhados como sujeitos integrais de formação contínua. Logo, é inadimissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é impressendível que o Ministério da Educação, por intermédio da maior disponibilização de verbas governamentais, crie áreas abertas a terceira idade (ações extensionistas) nas universidades e escolas, proporcionando todos métodos adequados as limitações dos mesmos, com finalidade de maior inclusão. Paralelamete é imperativo cursos de preparo para os professores. Assim, se consolidará uma sociedade mais abrangente a todos, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.