Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil

Enviada em 01/11/2023

Na obra ‘‘Cem anos de solidão’’, do autor Gabriel Garcia Marques, descreve o processo de ocupação e desenvolvimento urbano de uma pequena aldeia. Entre-tanto os anciões dessa nova comunidade têm dificuldades em compreender os defechos da modernização. De certo, pessoas idosas têm seus impasses para acompanhar a progressão da sociedade, sendo um dos grandes fatores, a diferença de comunicação. Inegavelmente, a alfabetização entre os mais velhos ainda é discutido pela falta de incentivo e inclusão nos centros educacionais, como também abrange o fato da maioria que é analfabeta vir de uma vida de baixa renda.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 18% das pessoas com mais de 60 anos são analfabetas. Induptavelmente, o descaso estatal ao acesso de idosos à educação reflete na desigualdade desses indivíduos. Por con-seguinte a falta de entidades próprias para a educação é muito escassa e mal orga-nizada. Como também, a maioria desses senhores não conseguiram ter o privilégio de estudar, sendo que alguns tiveram apenas a escolha de trabalhar.

Segundo o filósofo Thomas Hobbs, o estado natural é a condição na qual todos os homens, nesse estágio, são iguais. Embora, não são todos os cidadãos que tem a garantia de estudarem, em vista que muitos nascem exclusivamente com a opção de trabalhar. Outrossim, a aprendizagem chegou em mais camadas sociais nos últimos anos. Mesmo assim, idosos que tiveram uma vida de baixa renda foram e ainda são excluídos deste direito.

Em suma, a alfabetização entre os idosos é reflexo da desigualdade social que era bem evidente em tempos mais antigos, de maneira acadêmica. Certamente, o Ministério dos Direitos Humanos, onde há a Secretaria dos Direitos aos Idosos, em conjunto com as Instituições Educacionais, deveriam criar cursos de leitura e escrita especializados em pessoas com mais de 60 anos, em todos os turnos possíveis para terem mais acessibilidade. Como também, o Ministério da Saúde poderia disponibilizar atendimento psicológico durantes esses cursos para garantir o bem-estar dos idosos. Para que assim, esses longevos tenham o direito de participar e compreender a atual sociedade sem se setirem excluídos.