Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil

Enviada em 30/10/2023

Sengundo os contratualistas, Robes, Locke e Rosseau, o Estado tem a obriga_ ção de prover condições de desevolvimento igualitário à sua população. Porém, no Brasil hodierno, tal contrato é quebrado quando esse coloca em xeque a alfabeti_ zação dos idosos. Á vista disso, a problemática é causada não só pela falta de infraestrutura, mas também pela apatia social a motivando.

Sob esse viés, caracteriza-se como mal inerente ao problema, a inexistência de

estruturas educacionais eficazes para os indivíduos mais velhos. Nesse sentido, na crônica “O inferno brasileiro”, o autor Sergio Porto traz a analogia do setor brasi_ leiro ser o mais procurado dentre as camadas do inferno, pois a sua administração é tão rudemente feita que as torturas predeterminadas não são executadas. Da obra para a realideda, faz-se perceptível a incapacidade do Governo de gerir estru_ turas, visto que este não oferece ambientes adequados de aprendizado, com profissionais capacitados as necessidades de pessoas maiores de 60 anos. Assim, o ponto citado comina na falta de aparato necessário para alfabetizá-los.

Ademais, a omissão popular é uma óbice determiante para o fim da perpetuação do tema. Análogo a isso, o geografo Milton Santos, usa o termo “deficientes cívicos” como a parcela populacional que, devido a sua falta de consciência programada, prejudica o bem estar geral da comunidade. Por isso, apesar dos idosos consti_ tuírem boa parte da população, eles tem, por parte da nação, ignorada a garantia de seus direitos. Isso da-se tanto pela banalização da educação, quanto por não terem a faixa etária de pessoas no mercado de trabalho, colocando-os o rótulo de não contribuintes para a economia, e por isto sem valor como cidadão. Com isso, a escolha consciente de uma ação prejudicial impede da problemática ter sua devida relevância a fim de ser resolvida.

Outrossim, percebe-se a magnitude maléfica da conjuctura dos fatos. Portanto, cabe ao Ministério da Educação, por meio de fundos governamentais, implementar melhorias de divulgação e estrutura no projeto de Edução para Jovens e Adultos (EJA), proporcionando capacitação aos professores e flexibilizando o ensino. Para, por fim, garantir o letramento dos com mais experiência de vida, e reafirmar o contratro porposto por Robes, Locke e Rosseau.