Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil

Enviada em 20/07/2024

A Startup, “Obabox” - empresa de tecnologia - democratizou o acesso dos smartphones aos idosos quando criou o “Obasmart conecta”, - smartphone fácil para idosos usarem - isto é, existe caminho contra o analfabetismo na terceira idade. Em vista disso, o Estado pode vencer os desafios para alfabetisação dos idosos se investir em educação especializada no idoso. Consequentemente, a posição do Brasil no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano melhora a medida que há menos analfabetos longevos no país.

Sob essa ótica, investir em educação de idosos é visivelmente necessário e, é do Estado que se pede solução pedagógica frente à leiguice da população a partir de sessenta anos. Nesse sentido, se o Estado ofertar educação dedicada aos reparos de saberes dos mais velhos, o ensino aos mesmos terá progresso, uma vez que não é ensino com público genérico, mas sim, direcionado as especificidades de idosos. Além disso, como na canção de Almir Sater, depois da idade jovem, o ritmo do organismo é “devagar” porque está cansado da “pressa” da juventude, ou seja, não é racional tentar educar anciãos nos moldes para mancebos. Dito isso, a educação para idosos é possível, apenas, customizada aos velhos, isto, pelo Estado.

Por conseguinte, educação equivale a desenvolvimento humano, quer dizer, é capaz de promover a pátria no ranking de IDH. Nessa lógica, educação é tão importante que foi incluída nos critérios para definir posição no ranking global de Desenvolvimento Humano, mas o Brasil está longe do topo, por essa razão, educar idosos pode impulssionar ao ápice no IDH. Vale lembrar que, em “Eu, a Patroa e as Crianças”, Jay kyle decidiu voltar aos estudos já fora da idade comum e, por isso, se sentiu deslocada socialmente, mas sua formação aumentou à renda familiar. Desse modo, assim como à Jay, a educação tardia retorna positiva nos quesitos de IDH - educação, saúde e renda - isto é, evolui o ser humano apesar da longevidade.

Logo, depreende-se que se o Estado adaptar e aplicar a educação tradicional, aos idosos, conseguirá subir no IDH. Destarte, o Senado, este que cria as leis, deve açodar iminente votação da lei “Idoso também sabe”, por meio de parceria com a Câmara, a fim de seguir o caminho aberto pela “Obabox” para anciãos brasileiros.