Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil

Enviada em 27/08/2024

Desde a Revolução Industrial, os idosos são deixados de lado no quesito educação, já que para trabalhar nas fábricas era importante ser jovem e ter bom entendimento das coisas. No Brasil, segundo o IBGE - dado de 2022- 16% da população com 60 anos ou mais é analfabeta, nota-se com isso que o grupo de idosos sofre problemas referente à educação. Percebe-se, que o avanço tecnológico e a resistência à ajuda por parte dos idosos têm que melhorar.

Em primeira análise, ajudar os idosos em atividades do dia a dia não é fácil. Visto que alguns são grosseiros e ao que tange ao tema: analfabetos. No Brasil uma correlação pode ser feita com o filme “Up: Altas Aventuras” que mostra como Carl Fredricksen se sente desconfortável com Russel, um menino de 8 anos que vai junto dele à América do Sul. Mostrando de fato que os idosos em suma são mais resistentes à qualquer tipo de ajuda e não só na alfabetização.

Além disso, com o decorrer dos séculos a tecnologia vai sempre estando cada vez mais presente na vida das pessoas. No Brasil, o filósofo Gilberto Dimesten diz que os “cidadãos são de papel” quando seus direitos só se tem na teoria e não na prática. Essa afirmação se faz presente, quando muitos idosos não conseguem participar ativamente da comunidade pelo fato de não conseguirem estar alfabetizados, prejudicando então a vida social nas redes e também tornando difícil o acesso a bancos digitais e planos de saúde online.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas a fim de mitigar tais problemáticas. É notório então, que o Governo Federal junto da população jovem e adulta, respectivamente, crie métodos plausiveis para a educação de idosos e incentive, de forma presencial e principalmente em bairros periféricos- a fim de que a população saia dos 16% do IBGE- assim, a população brasileira conseguirá incluir todas as faixas etárias em temas importantes de debates.