Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil
Enviada em 26/08/2024
Na obra cinematográfica “Que Horas Ela Volta?”, conta-se a história de Val, uma empregada doméstica que representa pessoas que tiveram pouco acesso à educação. De maneira análoga, alguns idosos ainda não sabem ler ou escrever devido ao baixo acesso à educação no passado. Desse modo, cabe ao Ministério da Educação colocar em pauta tal assunto, buscando meios de resolução eficazes.
Em primeira análise, o contexto histórico e social está presente, onde muitos idosos tiveram acesso limitado à educação, principalmente em famílias mais pobres, rurais ou de periferias. Segundo a Lei 10.741 da Constituição Federal Brasileira, é dever do Estado viabilizar políticas públicas para um envelhecimento saudável e garantir aos idosos o direito à educação. Diante disso, cabe diretamente ao poder público oferecer uma educação de qualidade para esses indivíduos.
Cabe ressaltar problemas como os aspectos psicossociais, onde idosos sentem vergonha de não saber ler ou escrever, o que acaba afetando a autoestima e a motivação para continuarem no processo de alfabetização. Além disso, o medo de não conseguirem acompanhar os demais colegas pode gerar desistência.
Portanto, a educação deve ser mediadora na vida de uma pessoa, para que possa cumprir seu papel de humanizar os indivíduos. É necessário o investimento do governo na educação de idosos para cumprir com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, promovendo uma metodologia de ensino que respeite o ritmo do idoso e suas dificuldades cognitivas. Deve-se oferecer recursos para programas como o EJA (Educação de Jovens e Adultos), a fim de impulsionar o interesse pelos estudos e promover os direitos iguais de uma educação inclusiva para todos.