Os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no Brasil
Enviada em 26/08/2024
Na obra “A República”, o filósofo grego Platão idealiza uma cidade livre de desordens e problemas, na qual o povo trabalha em conjunto para superar os obstáculos. Com ênfase na sociedade brasileira hodierna, percebe-se que, para que o Brasil seja associado à ideia de Platão, é necessário extinguir os desafios relacionados à alfabetização dos idosos no país. Assim, é notório que esse cenário é fruto tanto da formação de professores, quanto da falta de recursos e infraestrutura.
Em primeira análise, é imperioso observar a qualificação de profissionais da área da educação. Nesse contexto, segundo Nelson Mandela, líder contra o regime do apartheid na África do Sul, a educação é a arma mais forte que alguém pode usar para mudar o mundo. Dessa forma, é perceptível que muitos professores não têm formação específica para trabalhar com idosos, limitando a capacidade de alfabetizar os adultos mais velhos. Logo, é notório a necessidade de melhorar esse setor, para que assim seja possível mudar o mundo com a educação. Sob esse viés, é inadmissível que essa circunstância continue a perdurar.
Outrossim, é válido salientar que outro aspecto fundamental para ser discutido são os entraves relacionados ao investimento e à infraestrutura. Desse modo, de acordo com. Sob esse prisma, é notório que em muitas regiões do Brasil, especialmente em áreas rurais e periféricas, a estrutura educacional é insuficiente, causando obstáculos na alfabetização dos idosos. Destarte, é imprescindível que haja mudança.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas para a transformação desse empecilho. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, construir centros de alfabetização adaptados aos idosos, para realizar e promover o Plano de Ação “Reescrevendo Histórias”, com a finalidade de garantir a melhoria na aprendizagem de pessoas mais velhas, realizando também a capacitação e a formação dos profissionais, através de cursos profissionalizantes. Somente assim, será possível acabar com a problemática discutida e aplicar a idealização de Platão em sua obra “A República”.