Os desafios relacionados à alimentação no Brasil

Enviada em 16/10/2019

Obesidade, hipertensão, diabetes. Diversos são os prejuízos individuais e coletivos da falta de uma alimentação adequada entre os brasileiros na contemporaneidade. Vale ressaltar que a promoção de educação alimentar e nutricional (EAN) é a responsabilidade do Governo, que tem se mostrado negligente, conivente e incompetente, das famílias e escolas.             Primordialmente, de acordo com o Ministério da Saúde (MS), a obesidade no Brasil cresceu 60% nos últimos 10 anos. Outrossim, tal fato é justificado pela falta de conhecimentos básicos sobre nutrição em conjunto aos rótulos poucos compreensíveis e manipuladores. Visto isso, não só a obesidade vem aumentando mas também outras doenças crônicas e distúrbios alimentares.

Em segundo plano, a evolução do sistema capitalista, da globalização, da tecnologia e do mercado de trabalho fez com que os indivíduos não possuíssem tempo para se alimentarem corretamente. Além disso, a ascensão de fast-food e aumento de publicidade da indústria alimentícia corrobora para a perda de qualidade de vida. Dessa forma, a alimentação familiar é prejudicada e a longo prazo não só os idosos serão afetados,mas também a População Economicamente Ativa(PEA), impactando de forma negativa a economia.

Diante do que foi exposto,  com o intuito de que essas doenças diminuam e deixem de ser um mal de saúde pública, urge que o Ministério da Educação e o MS realize palestras e debates nas escolas,- aberta à família- por meio da inclusão de aulas de EAN na grade curricular. Além do mais, com o fito de que a população tenha consciência do que ingere e evite alimentos prejudiciais à saúde, a ANVISA- como órgão que visa fiscalizar- deve adotar regras mais rígidas para os rótulos dos alimentos, por meio de fontes maiores, adoção de linguagem mais clara, selos com advertência.