Os desafios relacionados à alimentação no Brasil
Enviada em 20/04/2020
Diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e respiratórios. Visto alguns problemas trazidos por desequilíbrios alimentares e os altos índices entre os brasileiros faz-se necessário avaliar quais são os principais percalços para uma possível melhora da saúde nacional. Além disso, torna-se preciso enfatizar os vários contratempos individuais que desencadeiam a perda da qualidade de vida bem como os coletivos, como o aumento na demanda em hospitais e centros públicos devido ao crescimento de doenças.
Em primeira instância, seria plausível observar as mudanças na história da humanidade, compreendendo as fases da vida humana, que passou de um nomadismo para um sedentarismo. Por conseguinte as práticas que exigiam esforços físicos se tornaram cada vez mais impraticáveis, o homem cada vez mais negligente quanto a manutenção de sua saúde. Não obstante da realidade, a praticidade nos dias atuais, como as entregas de comida feitas por meio de pedidos em aplicativos em celulares, a facilidade encontrada na rapidez do fast food igualmente com altas parcelas de propagandas alimentícias somado com aceleração da vida urbana que resulta na falta de tempo assim desenvolvendo fatores danosos para o brasileiro.
Como consequência nota-se um crescimento desordenado das doenças crônicas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde um a cada cinco brasileiros são atingidos pela obesidade. Da mesma forma ascende-se os distúrbios alimentares que são resultados das condições de saúde psicológica, socioculturais e genética. Assim, todas essas condições se interligam e provocam uma drástica perda condições se interligam e provocam uma drástica perda de uma vida saudável e uma redução da expectativa de vida.
Portanto cabe ao Ministério da Saúde desenvolver campanhas na mídia objetivando-se propagar informações e soluções que podem ser práticas no cotidiano e que visem amenizar a intensidade e o número de casos dessas mazelas. Adicionalmente esse mesmo setor ativista pode efetuar parcerias com escolas e faculdades ao incluir aulas EAN - ensino alimentício e nutricional - como também promover palestras que visem não somente as informações mas incentivem as práticas de uma vida mais saudável. Assim, tais fatores podem ser influenciados por pessoas de destaque no meio esportivo e alimentício.