Os desafios relacionados à alimentação no Brasil

Enviada em 11/11/2020

Após a segunda guerra mundial, se popularizou nos Estados Unidos os ‘fast foods’, esse estilo de preparar comida se tornou popular no mundo todo em pouco tempo, e logo chegaria ao Brasil. E com os ‘fast foods’ que atendem grande massa de público, veio a necessidade de mais frutas, legumes e vegetais, e as pragas que acabavam com parte da plantação. Para isso foi criado o agrotóxico, mas o que mata as pragas também pode afetar o consumidor do produto.

No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2013, do IBGE, a comida processada é mais consumida por pessoas de renda baixa, do que comida mais saudável. Este fato se deve, pois a comida processada é mais barata. Mas esses lanches muitas vezes não tem sustância e acaba apenas engordando a pessoa e deixando menos saudável. Obesidade pode acarretar em doenças como insuficiência cardíaca, morte súbita cardíaca, pressão arterial, dentre outras. Esses problemas podem levar a morte.

E tem também a preocupação com os agrotóxicos que existem na comida. O brasileiro consome em média 5,2 litros de agrotóxicos por ano. A toxina consumida em grandes quantidades pode fazer mal ao ser humano, contando que tem agrotóxicos mais venenosos que outros.

Com a situação da fome no mundo, é visível o motivo das comidas pré-feitas sejam populares em camadas inferiores, e como isso afeta o setor mais básico, o da agronomia. Mas obesidade também é uma das consequências. Por isso, o Ministério da Saúde deve levantar dados sobre o risco dos agrotóxicos para os brasileiros e os vereadores devem apresentar um projeto de lei para regulamentação maior ao uso de agrotóxicos. E o Ministério da Educação deve aumentar a verba para o programa nacional de alimentação escolar, que tem por objetivo alimentar alunos de escolas públicas de todo o país de forma saudável.