Os desafios relacionados à alimentação no Brasil
Enviada em 06/01/2021
Diabetes, hipertensão, obesidade. Diversas são as consequências de uma alimentação pouco saudável. Essa se dá devido à falta de informação da maior parte da sociedade, cuja dieta é composta, majoritariamente, por alimentos industrializados. Dessa forma, o excesso de açúcares e gorduras, bem como a deficiência de nutrientes essênciais ao organizmos, corroboram o aumento de doenças crônicas na população.
Primeiramente, as pessoas tendem a optar por refeições práticas e rápidas em razão do grande número de afazeres cotidianos. No entanto, a ausência de uma Educação Alimentar e Nutricional (EAN) impede o indivíduo de ter conhecimento acerca dos alimetos necessários à dieta adequada. Dessa maneira, como mostra o documentário “Muito Além do Peso”, o consumo de produtos industrializados como bolachas, refrigerantes e “fast food” está cada vez maior, principalmente entre as crianças.
Além disso, a ingestão excessiva de carboidratos, lipídeos e produtos químicos, como agrotóxicos e conservantes, gera impactos no sistema público de saúde. Segundo o médico Helion Póvoa em seu livro “O Cérebro Desconhecido”, os hábitos alimentares atuais provocam o desequilíbrio da flora intestinal, compromentedo o funcionamento do sistema digestório. Sendo assim, é comum o surgimento de doenças relacionadas à insuficiência hormonal, como também problemas cardiovasculares. Logo, há demanda de vários setores da medicina para o tratamento de dontes, de modo a sobrecarregar o sistema.
Portanto, com o intuito de amenizar o problema, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, mediante redirecionamento de verbas, promover aulas de EAN nas escolas -que deverão ser ministradas por professores de biologia- para que haja melhor instrução da pupolação. Ademais, as emissoras de televisão precisam ser usadas como veículo para propagandas que incentivem o consumo de alimentos orgânicos em detrimento daqueles submetidos à indústria.