Os desafios relacionados à alimentação no Brasil

Enviada em 16/01/2021

No filme Tá Chovendo Hambúrguer, é retratado o personagem chamado Flint que constrói um máquina a qual transforma água em “fast food”(comida rápida) com o objetivo de acabar com a fome no planeta. Ao longo da narrativa o que parecia ser a solução acaba destruindo a estabilidade do ecossistema de peixes da sua cidade que era a principal fonte de renda de seus habitantes. Desse modo percebe-se que o “fast food” pode disfuncionar os meios convencionais de obtenção de alimentos saudáveis. Fora da ficção, fica claro que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada àquela do século XXI: como o “fast food” aumenta as áreas rurais através de desmatamento de florestas prejudicando assim a população e o meio ambiente.

Diante da problemática, é importante destacar que a grande maioria das florestas sofrem desmatamento para o aumento da criação de gado e produção de soja. Comprova-se isso por meio de dados fornecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, informando que apenas 2% da soja produzida nas plantações vai para consumo populacional enquanto 98% são encaminhados para alimentação de gados. Dessa forma, vê-se que a monocultura de soja e carne dificulta a busca de alimentos orgânicos na sociedade, pois muitos dessses  alimentos como, por exemplo, cacau, cupuaçu e guaraná são extraídos de florestas e matas fechadas que são desmatadas para obtenção de espaço.

Portanto, é mister que o Estado tome as devidas providêndicias para superar o impasse melhorando o quadro atual. Para que esses alimentos produzidos em grande escala não prejudiquem diretamente a saúde das pessoas, urge que o Ministério da Educação incentive as pessoas a terem uma melhor alimentação por meio de comerciais educacionais em horários de grande audiência. Logo, poder-se-á afirmar que a patria educadora oferece mecanismos exitosos para que o consumo de carne não afete a população e o meio ambiente.