Os desafios relacionados à alimentação no Brasil
Enviada em 16/11/2021
Na obra “O Grito’’, de 1893, o renomado pintor francês Edvard Munch utilizou célebres nuances de pinceladas para retratar o espanto nas linhas faciais do protagonista. Mais de 120 anos depois, esse sentimento faz-se marcante no semblante nacional em detrimento dos obstáculos relacionados à alimentação no país. Sob essa ótica, nota-se que a qualidade nutricional cotidiana e o estilo de vida contemporâneo são fatores crontibuintes para esse contexto desafiador. Logo, rever as ações e a situação alimentar no território é imprescindível para solucionar possíveis vicissitudes e garantir qualidade de vida a todos cidadãos.
Nesse tocante, enaltece-se que a variedade aliada à riqueza nutricional dos alimentos ingeridos diariamente influem, decisivamente, na saúde dos indivíduos. Acerca dessa lógica, na era moderna o progresso tecnológico impulsionou o uso de sofisticados maquinários e insumos químicos na produção alimentícia, como praticado no Centro-Oeste. Por conseguinte, essa fabricação elevou os preços da refeição e rompeu a pureza orgânica dos alimentos com a contaminação dos agrotóxicos, seja nos produtos ou seja no ambiente. Assim, esse cenário correlativo socio-econômico além de empobrezer as merendas, atesta na prática o ideal do filósofo Zygmunt Baumann, o qual afirma que ações de um ser afeta o bem estar do outro, já que o mundo é globalizado e interdependente.
Sob esse viés, destaca-se que a sociedade hodierna adaptou o ato de comer à rotina agitada dos centro urbanos, uma vez que o tempo de alimentar minimizou ou perdeu prioridade para outras atividades. Nesse racioncínio, essa correria criou a necessidade de pratos prontos ou de fácil acesso, então, a utilização de comidas congeladas e de lanches rápidos, como o fast-food, tornou-se opção. De fato, a dieta moderna baseada em carboidratos, gorduras e pouca hortaliças fazem parte do dia a dia de um contigente, inclusive, cena confirmda nos dados do IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em que 87 % das pessoas possuem esse regime alimentar devido à praticidade.
Portanto, diante dos fatos supracitados, percebe-se a relevância desses fatores ditos no aumento dos empencilhos alimentares na nação. Desse modo, cabe ao Ministério da Economia, por intermédio de reuniões, criar acordos de custo e regras limitantes no uso de denfensivos agrícolas no intuito de diminuir os valores e o cantágio químico. Outrossim, urge das instituições formadoras de opiniões, tais como escolas, em parceria com ONGs (Organizações Não Governamentais), mediante encontros semanais, realizar palestras socioeducativas à comunidade -visto que atos coletivos são transformadores- a fim de esclarecer os impactos da má nutrição e incitar melhorias nos pratos. Dessa maneira, a emoção ilustrada no quadro expressionista inexistirá nos rostos do contingente brasileiro.