Os desafios relacionados à alimentação no Brasil

Enviada em 19/11/2021

Segundo Paulo Freire, “A Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Dessa forma, hodiernamente, apesar de a alimentação apresentar uma grande visibilidade dentre à sociedade, não está contida de forma ampla nas escolas. Logo, torna-se imprescindível a reflexão dos alunos frente aos desafios relacionados à alimentação, bem como uma assistência governamental para a diminuição de seus desafios.

Sob essa análise, é notório que a alimentação escolar se fortaleceu como uma importante política de proteção social. Nesse sentido, é lícito salientar que a educação alimentar é um direito de competência estatal, como consta na Constituição Federal de 1988. Entretanto, verifica-se uma lacuna na manutenção desse direito humano, já que mediante ao fechamento das escolas para frear a pandemia da COVID-19, inúmeras crianças e jovens, as quais desfrutavam da manutenção e abastecimento alimentício ficaram desprovidos de beneficiamentos.

Ademais, a desigualdade de renda e o desperdício dificultam o acesso ao alimento. Sob essa ótica, desde as primeiras civilizações, como a feudal, o monopólio do saber e conter eram dos senhores de engenhos, os quais faziam parte da classe alta, enquanto os camponeses detinham da classe baixa. Nesse viés, é evidente que a estratificação contínua e alarmante é um fator preocupante, uma vez que a distribuição ineficiente dos alimentos acontece devido ao má gerenciamento do sistema governamental. Desse modo, o processo agrava a população e contribui para negligência estatal, pois apesar da alimentação ser um investimento social e direito de todos, alguns não conseguem usufruir.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Ministério da Educação e Cultura (MEC), em conformidade com os três poderes, deve criar projetos conscientiadores com o objetivo de melhorar a destribuição dos alimentos, tal como informar à sociedade a respeito da importância e dos benefícios da alimentação, por meio de palestras em comunidades, e também por intermédio de projetos em instituições educacionais, a fim de diminuir os desafios que persistem em dificultar o acesso de todos os cidadãos a alimentação. Assim, como é dito por Paulo Freire, tudo se transoformará e mudanças irão ser desenvolvidas.