Os direitos das crianças e adolescentes no Brasil

Enviada em 04/07/2020

Durante a Primeira Revolução Industrial, crianças e adolescentes foram submetidos a péssimas condições de higiene e exploração do trabalho. Todavia, a época de extrema pobreza impulsionava a necessidade de buscar o sustento familiar. Em seguida, com o passar do tempo, a constituição brasileira de 1988 garantiu direitos e proteção aos mais jovens com a criação do ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente. Entretanto, os frutos da conquista foram notáveis em um primeiro momento e pouco eficazes em relação à educação, igualdade de oportunidades e planejamento. Logo, evidente a necessidade de construir uma base mais sólida de leis que integrem essa classe de forma mais abrangente.

De acordo com Pitágoras, é preciso educar as crianças para que não seja necessário punir os adultos. Para o filósofo e matemático, as crianças e adolescentes apresentam-se como a base da sociedade do futuro e como é idealizada. Seguramente, a solidez do (ECA) precisa ser analisada e repensada, visto que muitos estudos internacionais apontas o Brasil como um dos países mais desiguais em relação a educação. Dados da ONU afirmam que o país investe quatro vezes mais em educação superior, isto é, o planejamento futuro fica interrompido com mais desigualdades.

Bem como, Jorge Amado e a crítica velada de “Capitães da arreia”, relata a vida de crianças abandonadas em condições extremas em um trapiche. Como consequência, a sobrevivência associada à falta de oportunidades por conta do preconceito social, impedem que evoluam e são entregues ao mundo do crime. Logo, falta essencialmente inversões em acolhimento pessoal para que a visão da comunidade seja construída e conscientizada.

Diante disso, os direitos das crianças e adolescentes no Brasil são pouco eficazes. Para alcançar melhores condições educacionais é preciso investimento na educação básica, com o intuito de agregar os mais necessitados. Além disso, o governo pode planejar melhores oportunidades, fornecer trabalho e inserir esses jovens na sociedade para que o preconceito seja combatido na prática. Ademais, é essencial aparelhar os estados com maiores índices de desigualdade, por meio de incentivos monetários para prevenir situações degradantes. Com efeito, políticas públicas são precursoras para superar totalmente os resquícios dos séculos passados.