Os direitos das crianças e adolescentes no Brasil
Enviada em 16/07/2020
Na obra cinematográfica norte-americana, “Matilda”, os personagens eram reprimidos com veemência nos âmbitos familiares e escolares, não podendo recorrer sobre tais repressões que afligia-os. Analogamente ao contexto da obra, obtém-se a relevância que os direitos possuem para o público infanto-juvenil, pois tais fundamentações permitiram aos jovens autonomia para reivindicar todos os atos que martirizassem a integridade deles e ampliasse a concepção de cidadania. Logo, convém reverberar sobre como o desdobramento das concessões auxilia e maximiza a vida do adolescente na atualidade.
No século XVIII, ocorria a corrente filosófica denominada, Iluminismo, tal movimento buscava enobrecer a questão dos direitos e a sua proeminência no espectro da sociedade, já que possibilita a consciência no indivíduo sobre as suas condutas e da coletividade. Dessa forma, analisa-se que situações emblemáticas como, agressões físicas e torturas psicoemocionais torna-se uma questão primária a busca por uma jurisdição que proponha a defesa para grupos que sofrem- constantemente- com atrocidades e não possuem recursos para sua autodefesa. Portanto, deveria ser expandido na área educacional e explicado as leis que os jovens possuem e em que caso usufrui-las.
Além disso, na Carta Magna de 1988 deixa explicito que crianças e adolescentes possuem direitos e devem ser utilizados como um vínculo caso fossem violados. Sob essa ótica, todo indivíduo é inegavelmente cidadão e possui uma certa autonomia legitimada sobre sua existência, estabelecendo assim uma construção de consciência aos povos oprimidos e fornecendo a evolução deles sobre o âmbito social e nacional. Em síntese, deveria ser assíduo a normalização do poderio que as pessoas possuem sob elas mesmas.
Destarte, é singular a questão de direitos aos grupos adolescentes, já que fomenta diversas mudanças na conduta e no pensamento da sociedade. Urge, que o Ministério da Educação em conjunto com o ECA (Estatuto da criança e do adolescente), projetem palestras e manifestações em escolas e mídias telecomunicativas com auxilio de psicólogos e assistentes sociais, demonstrando a suma importância de leis que impedem que o jovem tenha uma existência árdua e com mazelas e também pleiteiem sobre a cidadania e como tal proporciona uma melhor civilização, a fim de desconstruir todas as ameaças que são diariamente sofridas e lapidar uma coexistência pacífica e não alienada na sociedade. A partir disso, interrompendo a progressão de mais matildas e frustrações sobre a comunidade.