Os direitos das crianças e adolescentes no Brasil

Enviada em 15/07/2020

Não restam dúvidas que a sociedade sofreu grandes mudanças nos últimos anos, pois a forma como vemos as crianças e adolescentes hoje cabe muito mais reflexões sobre o que é certo, errado ou como criar os filhos. Entretanto, também passa a ser analisado como lidar com problemas gerados por menores infratores e como a educação serve para criar ótimos cidadãos.

Tendo em vista esses aspectos é questionável a sociedade como desenvolvedor de caráter de crianças e adolescentes. É inegável que os problemas dos menores podem começar dentro de casa, mas a escola também pode agravar de forma que a educação deve ser reformulada através da ordem, contudo também, se adaptando aos meios atuais que englobam a internet e meios de informações em massa. Além disso, a sala de aula se tornou ambiente atrasado, onde não suporta só o básico em conteúdo, mas passa a ter a necessidade de acolhimento e guia para muitos jovens que não tem em casa questões sobre sexualidade, representatividade, gestão, meio ambiente, violência, e outros temas que participarão de sua vida.

Em uma segunda análise, a violência vem gerado uma nova configuração social e nostalgia do passado. Todavia, é nesse momento que mais se debate sobre a exposição da violência, da criação regada de um capitalismo desenfreado e de uma cultura de normalização de algo julgável. Levando a crer que erros do passado recriam o aumento de crimes de hoje. Por isso, não basta só querer uma diminuição da maioridade penal, mas também, resolver problemas sociais que levam esse jovens a cometer tais atos.

Diante do exposto, percebe-se, que a sociedade precisa mudar, ou seja, através de críticas à visões passada e melhorar o presente com uma reforma na educação, com programas de integração de crianças e jovens em parceria com ONG’s, Ministério da Educação e Ministérios da Família e Direitos Humanos para resolver problemas da sociedade brasileira, assim, implementando ações que criem mecanismos para a participação de todos, criando oportunidades iguais para que diminua a desigualdade e a marginalização de determinados grupos sociais.