Os direitos de estudantes gestantes em evidência no Brasil

Enviada em 03/05/2024

De acordo com a lei licença-maternidade, as estudantes podem continuar estudando normalmente durante a gravidez e, a partir do oitavo mês, terão direito a quatro meses de licença-maternidade. De maneira análoga a isso, é possível notar as dificuldades enfrentadas pelas gestantes estudantes no Brasil. Nesse prisma, pode destacar dois aspectos importantes: o abandono de gestantes nas escolas e a consequência da evasão escolar.

Em primeiro plano, destaca-se o abandono de gestantes nas escolas. Desse modo, 18% das brasileiras grávidas abandonam as escolas brasileiras, segundo ao Ministério da Educação (MEC), elas acabam abandonando as escolas ao enfrentarem desafios ao estudarem, como dores, falta de incentivos e pela preocupação financeira para a criação do futuro bebê. Dessa forma, as futuras mães abandonam as escolas, no sentido de procurarem empregos para sustentar os seus futuros filhos.

Além disso, é notória a consequência da evasão escolar. Desse maneira, é prejudicial abandonar a escola, pois segundo uma pesquisa feita pela OCDE, mostra a diferença salarial de uma pessoa com curso superior, uma pessoa que concluiu o ensino médio e uma pessoa que não concluiu o ensino médio, uma pessoa com curso superior pode receber até 250% a mais que uma pessoa que não tem o ensino médio concluído. Sendo assim, abandonar a escola pode ser uma escolha ruim e prejudicial no futuro das estudantes gestantes e prejudicial no índice da educação do país.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham diminuir as dificuldades enfrentadas pelas gestantes estudantes. Por conseguinte, cabe a Secretaria Nacional de Assistência Sociais fazer um programa social para gestantes e mães de bebês até 3 anos que estudam, por meio de verbas, a fim de ajudarem as gestantes e mães de bebês até 3 anos que estudam. Também cabe ao Ministério da educação contratar enfermeiras para auxiliarem as gestantes em caso de dores ou mal-estar. Somente assim as futuras mães não abandonarão as escolas.