Os efeitos da falta do autoconhecimento na era digital

Enviada em 23/05/2020

Na prática japonesa Hooponopono, ensina-se técnicas de meditação para obter autoconhecimento para cura física, espiritual e senso para tomada de escolhas na vida cotidiana. Na realidade brasileira,é comum pessoas com considerável influência manipularem indivíduos carentes de autoconhecimento, e que grandes marcas influencie uma “necessidade” que as pessoas não têm, essas coisas são frequentemente observadas atualmente na atualidade. Dessa forma, é importante discutir quias os efeitos dessa problemática.

De início, é importante observar o que levou a população a ter pouco conhecimento próprio. Nesse contexto, com a “fraca” capacidade que a educação tem de gerar pessoas críticas, haja vista o contexto histórico que força a educação a criar indivíduos para o trabalho, pensamento vindo do período colonial, formando assim uma sociedade frágil mais suscetível a interesses de terceiros muitas vezes antiéticos. Além disso, segundo o historiador Leandro Karnal, “a maior arma das corporações para vender seus produtos em todos os tipos de mídia é a ignorância”, apontando de forma concisa o problema social do mundo globalizado.

Em segundo lugar, é importante pontuar os efeitos gerados da falta da educação que propõe a autoanálise a sociedade. Nesse prisma, esse caso não só gera pessoas com uma falsa necessidade de consumo, mas também cria pessoas facilmente manipuláveis por “influencers” que hoje no meio digital ocupam o lugar de formadores de opinião da maior parte da sociedade, ademais observa-se a criação de uma geração com graves problemas de depressão, ansiedade, entre outros, atribuindo a os seguidores a necessidade de se moldarem para se incluírem acertos grupos que os influenciadores em meio online considera melhor. Nessa conjectura, de acordo com site G1, “cerca de 40% da população sofre influencia direta de influenciadores que propagam “fake news” que são informações falças”, provando que pessoas com baixo auto conhecimento são mais facilmente manipuláveis.

Portanto, é imperioso esclarecer formas parar combater os problemas da falta do autoconhecimento. Nessa lógica, o Ministério da Educação em parceria com as prefeituras das cidades do Brasil, deve criar o projeto “Brasil focado” através de uma emenda constitucional, que visa levar professores especialistas na área, para acender a “luz da lâmpada” do senso crítico, utilizando as escolas da prefeituras para dar melhor acessibilidade, implantando teses com base nas do pedagogo Paulo Freire, que fala sobre uma educação interativa que adentra na realidade das pessoas que utilizam as redes online, que criará campanhas de debates que visam elucidar fatos no meio digital. A vista disso, o esperado é uma população se autocompreenda, alcançando objetivos similares ao do hooponopono.