Os efeitos da falta do autoconhecimento na era digital
Enviada em 26/05/2020
Na obra Fahrenheit 451, do escritor Ray Bradbury, é retradada uma sociedade opressiva, no qual o corpo social padroniza-se pela presença do autoritarismo do mundo pós-guerra. No entanto, o que se observa a realidade contemporânea é adepto ao que o autor prega, uma vez que a falta do autoconhecimento na era digital apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de more. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de irresponsabilidade ao utilizar a internet, quanto do uso em excesso da internet. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Nesse sentido, diante de uma realidade instável e temerária que mescla conflitos nas esferas humanas e políticas.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a falta do autoconhecimento deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o padre Fábio de Melo, o aprendizado tende a ser praticado sendo assim se a sociedade não pode simplesmente mudar os fatos, ela apenas deixa com que os fatos acabem mudando a si própria, e com isso entra a manipulação por meio de falsas propagandas na internet, que fazem com que o consumidor duvide da própria veracidade.
Então se propagandas podem mudar a cabeça de um consumidor, a falta de autoconhecimento piora a situação três se não quatro vezes mais, pois sem ele não podemos formar uma opinião concreta, deixando com que o mundo digital nos guie perante sites ruins, e influencias para acessar sites que provavelmente vão capturar informações pessoais das pessoas.
A solução perante todo o problema seria investir em cursos gratuitos para um conhecimento básico das plataformas influentes na sociedade atual, além de incentivos aos influenciadores digitais para que os mesmos informem corretamente o público alvo sobre o risco de navegar pela internet sem o mínimo do reconhecimento do perigo diante a sites enganosos.