Os efeitos da falta do autoconhecimento na era digital

Enviada em 19/06/2020

A cada dia que passa, a internet tem sido a maneira mais simples de manter contato com quem está longe, de construir um novo círculo de amizades, de ajudar pessoas que têm problemas, por exemplo, com depressão ou solidão, a se distraírem pelo menos um pouco, com suas redes sociais, aplicativos de entretenimento, jogos e até notícias globais, a respeito da economia, do mercado de trabalho e de atualidades.

Porém, há o lado positivo e o negativo da internet, e por isso, é fundamental ter o máximo de autoconhecimento possível. Existe um grande problema na rede: o fake news. Ele ocorre quando uma notícia falsa circula por uma rede, normalmente em aplicativos de conversa, e infelizmente, muitos ainda acreditam. O assunto quase sempre é o mesmo, predomina falsas informações a respeito de política, e durante essa época, mais ainda sobre a pandemia COVID-19.

Na maioria dos casos, os que são mais vulneráveis a essas notícias falsas são os idosos, por conta do famoso conflito de gerações, o que pode resultar em uma pequena dificuldade de manusear a internet, levando à crença e o compartilhamento dessas notícias.

Outro exemplo dos malefícios da internet são os vírus, que pode vir em forma de uma propaganda em seu smartphone, tablet ou computador. Anúncios sobre sorteios de viagens, um ganho na loteria e serviços “bons de mais pra serem verdade” exemplificam veículos de possíveis vírus.

O que fazer para acabar, ou pelo menos reduzir a circulação de notícias falsas? Para auxiliar os idosos de como ter certeza se aquela notícia é verdadeira ou falsa, alguns jovens poderiam se voluntariar para dar uma “aula” sobre internet. O governo poderia criar, no futuro, um órgão específico com o fim de combater as fake news. Para os demais, cheque nas fontes jornalísticas mais confiáveis se aquilo é verdade ou mentira, se precisar peca ajuda a algum especialista. E na dúvida, não compartilhe.