Os efeitos da falta do autoconhecimento na era digital
Enviada em 25/09/2020
A ideia do termo sociedade, segundo Batallie, nasce a partir da comunicação da linguagem, o sentindo deslumbre que o homem da a vida. Neste contexto, os corpos interagem entre si junto a expressão da evolução que deixa registros sobre a terra. O filosofo Byung-Chual Han, acredita que o contanto do contemporâneo se perde, após a civilização se aproxima do meio digital, e contribuir para a falsa positividade mostrada nas redes que atrai cada vez mais o público da “geração z “.
A obra Don Juan da literatura espanhola, mostra a personalidade de um homem galanteador que atrai diversas mulheres. Deste modo, essa face que rodeia o mundo tecnológico, que encontra a atração o desejo por visualizações , porém, com uma grande incapacidade de olhar nós seus próprios olhos e rever quão desgostoso a massa de manobra viro e que o consumo subiu a cabeça, a presença de conteúdos tão vazios que se repetem como um ciclo.
Além disso, segundo Viviane Mosé, “Somos cabeças obesas carregando um corpo raquítico” Essa junção de veracidade social que necessita ser psicologicamente tratada, pois esse século XXI, se privou eu quando se entregou a autoimagem que homem julga como " certa”. A essência do meio da massa que torna corpos vazios, explora, “os mundos a noite” da depressão, pânico e cansaço mental se legaliza em mentes sofridas com corpos vagando por atenção, devidamente controlado por redes de comunicação.
Portanto, a necessidade do conhecimento de si a exploração de valores que fazem junção ao eu e o meu consumo me liberta de massas propriamente “civilizada” ,que me delimita de pensar e ver o valor do mundo ao redor da linguagem a comunicação, que me torna ser humano.